Canto gregoriano

A Música

[Home] [O som do silêncio] [As raízes] [A música] [O canto gregoriano em nossos dias] [Bibliografia] [Discografia] [Canto gregoriano na Internet] [Search] [Livro de convidados]



A melodia

As melodias antigas

O termo melodia pode ser um exagero se empregado quando se discutem as formas mais antigas do canto gregoriano. Os cantores apenas cantavam um texto com uma única nota, tão claramente quanto possível. Esta estrutura monótona era depois refinada pela adição de notas em acentos de palavras, Estas notas extra eram tanto mais agudas ou mais graves, dependendo da função na sentença: a última sílaba deveria ser cantada numa nota mais grave, indicando o fim da sentença musical e sintática. As melodias primitivas consistiam de, no máximo, duas a três notas diferentes. Mas o desenvolvimento musical continuou, resultando no repertório que conhecemos hoje em dia. Dentro dele, distinguimos entre cantos silábicos e melismáticos.

Cantos silábicos

Os cantos silábicos têm só uma nota ou neuma (grupo curto de notas) em cada sílaba. As leituras e orações da Missa são bons exemplos de cantos silábicos, assim como o Pater Noster (Pai Nosso). O conjunto de cantos silábicos também inclui os tons de prefácio e a maioria das antífonas do Ofício Divino.

Cantos melismáticos

Kyrie

Cantos melismáticos, por outro lado, são canções reais com cadeias longas de notas em uma sílaba. Veja este Kyrie como exemplo. O primeiro e apresenta 13 notas, o segundo, 9. E este é um melisma bastante modesto em comparação com os Aleluias e os Graduais onde os cantores têm um número enorme de notas. Outro bom exemplo é representado pela maioria dos Responsórios das Vigílias no Ofício Divino.


[Leia sobre...] [Retorna]
[Home] [O som do silêncio] [As raízes] [A música] [O canto gregoriano em nossos dias] [Bibliografia] [Discografia] [Canto gregoriano na Internet] [Search] [Livro de convidados]

Correio para o Webmaster